O Morse russo alarga o internacional com códigos para as letras cirílicas que não existem na escrita latina. A maioria das letras cirílicas com equivalente latino usa o mesmo padrão; às restantes foram atribuídos padrões novos.
A tabela Morse cirílica foi normalizada no final do século XIX, durante a rápida expansão da rede telegráfica russa. Serviu não só o russo, mas também o búlgaro, o ucraniano, o sérvio e outras línguas de escrita cirílica, com pequenas adições locais.
O radioamadorismo russo (RAEM, a Associação DX Russa e muitos outros) continua a usar o Morse cirílico em contactos na língua materna. Os operadores búlgaros e ucranianos usam uma tabela semelhante com algumas substituições de letras.
A maioria das letras partilha o mesmo código (А = .- como A, Б = -... como B). As diferenças estão nas letras próprias do cirílico: Г, Ж, З, Й, Ц, Ч, Ш, Щ, Ы, Ь, Э, Ю, Я têm cada uma o seu código.
Na maior parte, sim. O alfabeto Morse cirílico serve todas as principais línguas de escrita cirílica, com pequenos ajustes para letras não usadas em russo (Ї, Є em ucraniano; historicamente Ѫ em búlgaro).
Só transliterando antes para o alfabeto latino. As letras cirílicas sem equivalente latino (Ы, Ъ, Я, Ю, Ш, Щ) precisam dos códigos cirílicos: não há maneira de as escrever apenas com Morse internacional.
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